abril 05 2018 0comment

Atletas da CFCW relatam como foi participar do Open 2018

Se você é novo no CrossFit é bem provável que você não saiba muito bem o que significa o tal do Open, mas ele nada mais é do que uma competição online de CrossFit, onde reúne atletas do mundo inteiro para participarem de seletivas. Todo e qualquer praticante, acima de 14 anos, pode participar desta competição. O valor para competir nesta edição custou 20 dólares.

Como, quando e para que serve essa competição?

É importante saber que ela (competição) percorre durante cinco semanas. A marca CrossFit propõe uma série de WODs (cinco no total, sendo um por semana), onde os mesmos deveriam ser realizados até a data estipulada pela organização. Por falar em data, a cada quinta-feira, um novo WOD era divulgado, entretanto, os atletas tinham que validar seus resultados até a segunda-feira à noite, no máximo.

Veja o que disseram alguns dos nossos competidores do Open 2018

Os atletas que conversaram com a gente desta vez foram: Tatiana Vergueiro, Otto Yamamoto e Caique Cobra. Todos abordaram questões importantes e algumas com destaques especiais. Confira:

‘’O Open nos ajuda a ver qual rumo tomar. O importante é você fazer aquilo está ao seu alcance da melhor maneira possível. Acho que não tem que ter receio em relação à idade, isso é apenas um detalhe. Sempre podemos ser melhores’’, analisou Otto.

‘’Eu percebi que tenho mais força do que eu imaginava. O Open permite a gente ter uma ideia dos nossos pontos fortes e quais a gente tem mais dificuldade para que possamos nos esforçar mais neles’’, refletiu Tatiana Vergueiro.

Essa é a segunda participação de Otto. ‘’Ano passado foi a minha primeira vez e eu me surpreendi positivamente. Acabei me superando e fazendo coisas que até então eu nunca tinha realizado, isso com certeza me motivou a novamente participar. Eu gosto muito da ideia do Open, principalmente da ideia de comunidade, e ver o mundo todo se testando e tentando se superar, sempre’’, comentou Otto.

Já a novata Tatiana Vergueiro, levantou essa mesma questão enaltecida por Otto (superação). ‘’Eu acho que o Open trouxe muita superação, mas o mais marcante foi ver pessoas conseguindo o primeiro pull-up. A determinação para conseguir um exercício no Open é muito maior do que em um treino do dia a dia. É importante para ter vontade de aperfeiçoar, de treinar mais para conseguir ir melhor no próximo, para chegar no nível RX. É um estímulo para superar cada vez mais, evoluir.’’ analisou a atleta.

Assim como Otto, essa também foi a minha segunda participação no Open. O mais importante é se manter motivado dentro do CF e querer buscar sempre algo a mais. Então, eu pensei: desta vez eu vou começar e ir até o fim na categoria RX, independentemente dos movimentos que vierem a aparecer ou peso (meu ponto fraco, ainda). Não foi uma tarefa fácil, mas a sensação de dever cumprido é a melhor que tem. Meu maior erro foi pensar, muitas vezes, que eu nunca competiria nesta categoria e que não era capaz de estar ali. Esse dia chegou e eu fico feliz, independentemente de ser o melhor ou pior na categoria. O importante é se desfiar, sempre, e sair da zona de conforto.

A prova mais legal e a mais difícil na visão dos atletas

‘’Acho que esta edição teve um nível de exigência maior. Houve provas em que até mesmo os atletas de ponta tiveram muita dificuldade para fechar dentro do tempo. Acho que com o desenvolvimento da modalidade e do nível dos atletas, a tendência é a cada edição o nível se elevar’’, analisa Otto.

Para ele, o WOD mais difícil e desafiador foi o 18.3 ‘’Teve uma grande exigência técnica e de condicionamento, mas também coincidentemente para mim, foi o mais legal pelo desafio em si’’, revelou o atleta.

Assim como o Otto, uma das minhas provas favoritas foi o 18.3 – até o Open passado eu não fazia double under e muito menos ring muscle-up –, o resultado disso? Obtive o melhor desempenho entre as cinco disputadas, mas gostei também da última prova (18.5), principalmente por ter sido uma escolha do público através de votação. A pior, sem sombra de dúvidas, foi a primeira (18.1).

Agora para a atleta Tatiana Vergueiro, o 18.4 foi o mais legal. ‘’Foi o que exigiu mais força. Eu levantei um peso que eu nunca tinha pensado em levantar e ainda consegui ir melhor do que eu esperava. Agora o mais difícil foi o 18.5, apesar de ter pouco tempo de duração, faltou um pouco de força e por ter sido na última semana eu já estava cansada também’’, destacou a atleta.

Obrigado, Atletas!

Nesta edição tivemos 34 alunos inscritos no Open. Em 2019, a nossa meta é aumentar ainda mais esse número! E você atleta, que não competiu nesta edição, não vai querer ficar de fora, né? A preparação começa desde já. Go, Wolves!

Por Caique Cobra
Comunicação CrossFit City Wolves

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